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Podcast, segunda temporada 7 de maio de 2025 1 h 26 min com Pedro e Gabriel

Grupo Raia - Inteligência Artificial

A Rede de Avanço em Inteligência Artificial nasceu de um hackathon na USP de São Carlos. Como virou o que é hoje.

O grupo nasceu de um hackathon na USP de São Carlos em 2023 e hoje roda um programa semestral que junta gente da universidade com quem já está no mercado.

Pedro e Gabriel vieram falar de inteligência artificial, e a conversa acabou em outro lugar: avaliação. É o episódio menos entusiasmado e mais útil do acervo sobre o assunto.

Uma hora e vinte e cinco, e o mapa está aqui.

04:29 no episódio

Um programa que mistura universidade e mercado

O carro-chefe é semestral, com processo seletivo, e recebe tanto universitário quanto profissional já atuando. A Fernanda destaca o que isso resolve: a cisão comum entre quem está estudando e quem está fazendo.

08:50 no episódio

Como uma rede neural aprende, explicado sem jargão

Mostra-se uma imagem, o modelo erra, corrige-se, repete-se. Depois de muitas voltas, a maioria dos acertos aparece. É a explicação mais simples do episódio, e é ela que sustenta o argumento seguinte.

13:03 no episódio

Caixa-preta: aceitável para gato e cachorro, não para diagnóstico

Eles são diretos sobre o limite: nem quem desenvolve sabe exatamente por que a saída foi aquela. Para classificar foto, tudo bem. Para assistir um médico, é imprescindível saber o caminho do raciocínio, porque esses modelos alucinam.

Do jeito que está hoje, não dá para deixar o modelo sozinho.

Pedro e Gabriel, Rede de Avanço em Inteligência Artificial
17:25 no episódio

A pergunta que vale a pena fazer ao modelo

A tática prática que eles dão: perguntar se ele tem certeza da resposta. O modelo é confiante demais, mas revisa quando confrontado, o que, como eles brincam, é mais do que a maioria dos humanos faz.

30:50 no episódio

A prova de matemática que pedia a demonstração, não só o resultado

A Fernanda conta que errou um sinal na demonstração e, por consequência, o resultado. O professor deu metade da nota porque enxergava o caminho. Essa conversa só foi possível porque o formato da prova mostrava o raciocínio.

26:20 no episódio

Não dá mais para mandar exercício para casa

A recomendação deles sobre avaliação é direta, e a saída é projeto prático apresentado presencialmente. Quem trabalha com educação corporativa reconhece na hora: o quiz no fim do módulo obrigatório nunca avaliou nada, e agora nem consegue mais fingir.

43:20 no episódio

A aluna que ganhou prêmio e se perguntou se tinha trapaceado

Ela não copiava: usava a ferramenta para debater textos, o que acelerou o próprio raciocínio porque passou a ter com quem discutir. Nativos em inglês não precisavam daquilo. A pergunta deixa de ser se usou e passa a ser o que fez com o que usou.

47:10 no episódio

Se ninguém mais gerar, a máquina recicla o mesmo

O argumento estrutural da Fernanda, e o melhor do episódio: a IA generativa parte do que já existe. Se as pessoas pararem de pensar e só pedirem pronto, nada novo entra na base. É a mesma conclusão do episódio curto sobre o que a IA não faz.

Este episódio virou artigo

Se a IA resolve a sua avaliação, o problema é a avaliação

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Quando ouvir não basta e você precisa do método

O Learning Lab é o curso em que a Fernanda ensina o processo completo de desenhar uma ação de aprendizagem que funciona, do objetivo ao canvas preenchido.

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